Candidatura ao Ensino Superior Público - 2017

Procedimentos

1ª Fase

2ª Fase

3ª Fase

Realização da Candidatura

19/07 a 08/08

11/09 a 22/09

04/10 a 10/10  

Divulgação das Colocações

11/09

29/09

13/10

Matrícula no Ensino Superior

 

 

 

Vagas a concurso

totalidade das vagas a concurso

vagas sobrantes

vagas sobrantes

Contingentes de Candidatura

Contingentes Geral e Especiais

Contingente Geral

Contingente Geral

 

 

Exames - 2017

Procedimentos

1ª Fase de Exames

2ª Fase de Exames

Inscrição

13/02 a 24/02

13/07 a 17/07

Realização

19/06 a 27/06

19/07 a 24/07

Publicação das Classificações dos Exames

13/07

04/08

Publicação dos Resultados da Reapreciação da Classificação de Exames

14/08

25/08 

 

1 - A candidatura ao ensino superior público é realizada de acordo com o calendário publicado no site da DGES - site oficial do acesso ao ensino superior https://www.dges.gov.pt/online , sendo realizada online no site da DGES - exceto nos cursos com concurso local, em que é necessário formalizar a candidatura nos próprios estabelecimentos de ensino superior (exemplo: ensino superior militar e policial; Escola Superior de Teatro e Cinema; …).

 

2 - Consiste na indicação, por ordem de preferência, no formulário online, dos pares curso / estabelecimento de ensino superior para os quais o candidato respeite as condições exigidas, no máximo de seis pares (pode indicar o mesmo curso em vários estabelecimentos de ensino e/ou cursos diferentes). O candidato deve ter concluído o curso do ensino secundário, ter Provas de Ingresso válidas e satisfazer os Pré-Requisitos se exigidos. Deve verificar se cumpre as exigências no que respeita às notas mínimas exigidas (nota de candidatura; classificação das Provas de Ingresso) consultando para o efeito o Guia de Candidatura de 2017 disponibilizado no site da DGES.

 

3 – Para formalizar a candidatura ao ensino superior público é necessário pedir a atribuição de uma SENHA, no site oficial do acesso ao ensino superior, sendo necessário imprimir o recibo e entregá-lo na secretaria da escola para validação (desde a altura em que os alunos se inscreveram nos exames nacionais, até ao final do prazo de candidatura). Após a validação do pedido, a senha é enviada para o mail que o aluno indicou no requerimento. A senha permite a entrada na plataforma de candidatura na página pessoal do aluno. Tem validade anual, podendo ser utilizada nas três fases de candidatura.

 

Nota: Se não realiza exames em 2017 e pretende candidatar-se ao ensino superior com exames nacionais realizados em 2016 e/ou 2015, deve preencher  o boletim de inscrição nos exames, para efeitos de registo e posterior emissão da ficha ENES 2017. Nesta situação não há lugar a pagamento.

 

4 – Após a publicação das classificações dos exames deverá ser requerida a FICHA ENES, através de requerimento entregue na secretaria da escola. A data de emissão e a CHAVE DE ATIVAÇÃO deverão ser transcritas para a plataforma da candidatura online, após o aluno ter acedido através da senha que lhe foi atribuída (indicada no ponto 3). A ficha indica a classificação final do ensino secundário e as classificações dos exames que se constituem como Provas de Ingresso e se as referidas classificações podem ser utilizadas na 1ª Fase de Candidatura ou apenas em fase posterior. Os alunos que pretendem candidatar-se a cursos com preferência regional devem indicá-lo no requerimento da Ficha ENES.

 

5 - Sempre que o resultado da reapreciação ou da reclamação de uma classificação de um exame nacional do ensino secundário só seja conhecido após o fim do prazo da candidatura e dele resulte uma alteração da classificação do exame, é facultada, até 3 dias úteis após a respetiva divulgação: a) A alteração das opções de candidatura, aos candidatos que já a tenham apresentado; b) A apresentação da candidatura, aos estudantes que só então reúnam condições para o fazer.

 

A classificação resultante do processo de reapreciação ou de reclamação produz sempre efeitos na candidatura apresentada. O estudante, se não pretender alterar as opções que tenha previamente indicado, não necessita de realizar qualquer procedimento, sendo as classificações comunicadas oficiosamente. Se pretender alterar a candidatura deve fazê-lo online, através do preenchimento e submissão de novo formulário, onde atualizará a data de emissão e a chave de ativação de acordo com a nova ficha ENES 2017.

 

6 - Os estudantes podem alterar livremente as suas opções de candidatura dentro do prazo em que decorre a apresentação da mesma, prevalecendo a última vez em que submetem a candidatura.

 

7 - A candidatura ao ensino superior privado e Universidade Católica Portuguesa é sempre concretizada no próprio estabelecimento de ensino superior, não havendo limite para o número de cursos / estabelecimentos de ensino superior (salienta-se que estes procedimentos nos estabelecimentos de ensino particular normalmente estão sujeitos a pagamento de taxas de candidatura). Os prazos de cumprimento dos procedimentos são fixados por cada instituição.

 

8 – A ordenação dos candidatos é feita pela ordem decrescente da Nota de Candidatura, calculada utilizando as seguintes classificações: Classificação Final do Ensino Secundário (peso variando de 50% a 65%); Classificação dos Exames das Provas de Ingresso (peso variando de 35% a 50%); Classificação dos Pré-requisitos de Seriação se exigidos (peso até 15%).

 

A nota de candidatura tem o resultado arredondado  às décimas, considerando como uma décima o valor não inferior a 0,05. Todos os cálculos intermédios são efetuados sem arredondamento. Em caso de empate, consideram-se, sucessivamente, as seguintes classificações: Classificação das Provas de Ingresso; Classificação do Ensino Secundário.

 

Para efeitos de acesso ao ensino superior a Classificação Final do Ensino Secundário é calculada até às décimas, sem arredondamento, e convertida para a escala de 0 a 200. Para efeitos de cálculo da classificação final das disciplinas, as classificações dos exames são arredondadas às unidades (exemplo:126 pontos – 13 valores).

 

Para efeitos de classificação de Provas de Ingresso as classificações dos exames são utilizadas sem arredondamento (exemplo: 126 pontos). Para ser válida a classificação deve ser igual ou superior à classificação mínima fixada por cada estabelecimento de ensino superior, nunca podendo ser inferior a 095 pontos.

 

9  – Para esclarecimento de dúvidas os alunos poderão contactar o Serviço de Psicologia e Orientação da Escola – SPO até ao dia 31 de Julho; o Gabinete de Ingresso no Ensino Superior a que está associado o concelho de Santarém, e que é disponibilizado no Instituto Politécnico de Santarém.

 

Candidatura e Colocação 

A candidatura ao ensino superior público realiza-se através de um concurso nacional enquanto que no âmbito do ensino superior particular e cooperativo a candidatura processa-se através de concursos institucionais (locais).

 

Na primeira fase de candidatura para além do contingente geral existem contingentes especiais de vagas, com destinatários específicos, por exemplo: alunos provenientes da Madeira ou dos Açores; preferências regionais; emigrantes ou filhos de emigrantes portugueses; militares; candidatos portadores de deficiência.

 

Para se candidatarem ao ensino superior, os alunos têm que satisfazer as seguintes condições: ter concluído um curso de ensino secundário ou uma qualificação legalmente equivalente; ter realizado os exames exigidos como provas de ingresso com uma classificação mínima de 95 pontos; satisfazer os pré-requisitos se exigidos para o curso a que se candidatam.

 

O ingresso em cada instituição de ensino superior está sujeita a numerus clausus, sendo os alunos seriados pela nota de candidatura. Esta inclui a classificação final do ensino secundário, cujo peso pode variar de 50% a 65%, e a classificação dos exames que se constituem como provas de ingresso, cujo peso pode variar de 35% a 50%. No caso de serem exigidos pré-requisitos ponderadores, a sua classificação pode ter um peso igual ou inferior a 15%.

 

O ingresso em cada par “estabelecimento de ensino superior/curso” está sujeito a limitações quantitativas, decorrentes do número de vagas, sendo o preenchimento das vagas feito por concurso. Os candidatos são seriados de acordo com a Nota de Candidatura.

 

Após a afixação dos resultados dos exames é necessário solicitar a emissão da Ficha ENES, na secretaria da escola, quer se trate da candidatura ao ensino particular ou público e, neste caso, quer se trate de candidatura através da internet ou em suporte de papel. Esta ficha indica a classificação do ensino secundário e as classificações dos exames válidos como provas de ingresso no ensino superior na 1ª fase e nas fases seguintes.

  

Durante o mês de Julho é publicado no site do acesso ao ensino superior o guia de candidatura, que contém todas as indicações necessárias para a candidatura.

 

ENSINO SUPERIOR PÚBLICO - CONCURSO GERAL

 

As vagas dos estabelecimentos de ensino superior público são objecto de um concurso nacional. A candidatura no âmbito do concurso nacional consiste na indicação, por ordem decrescente de preferência, dos códigos correspondentes aos pares curso /estabelecimento de ensino superior para os quais o estudante dispõe das condições de candidatura adequadas e onde pretende matricular-se, até ao máximo de seis opções (o mesmo curso em vários estabelecimentos de ensino ou cursos diferentes).

 

Alguns cursos, no entanto, dada a sua natureza, são objecto de concurso local devendo dirigir-se aos respectivos estabelecimentos de ensino superior ou consultar os seus sites para adquirir informações mais específicas.

 

A candidatura ao concurso nacional (ensino superior público) pode ser realizada através da Internet no site oficial do acesso ao ensino superior, https://www.dges.mctes.pt/online/,  sendo necessário solicitar uma senha. Esta senha pode ser solicitada desde a inscrição na 1ª fase de exames até ao final da candidatura.

 

Serviços de Acesso ao Ensino Superior - No distrito de Santarém - área da Lezíria:

 

Instituto Politécnico de Santarém

Complexo Andaluz – Moinho do Fau - Apartado 279

2001-904 Santarém

Telefone - 243 309 520

academicos@ipsantarem.pt

  

 
Fases de candidatura ao ensino superior – 1ª, 2ª , 3ª

  

A candidatura ao ensino superior organiza-se em duas fases. Pode ainda ser organizada uma terceira fase do concurso, se existirem vagas sobrantes. As três fases são realizadas em suportr online.

 

- A apresentação da candidatura à 1ª fase do concurso nacional

 

Na 1ª fase existem contingentes especiais de candidatura, para além do contingente geral, ou seja, vagas destinadas a determinados candidatos - por exemplo: candidatos da Madeira ou dos Açores; candidatos com deficiência comprovada; militares; preferência regional; acessos preferenciais atendendo à habilitação, por exemplo determinados cursos profissionais. Nas fases seguintes existe apenas o contingente geral.

 

- A 2ª fase do concurso nacional

 

Nesta fase são postas a concurso as vagas sobrantes da 1ª fase, bem como vagas sobrantes de concursos especiais ou postas a concurso pela primeira vez.

 

À 2ª fase podem candidatar-se:

¨ estudantes que tendo reunido condições de candidatura na 1ª fase decidiram utilizar apenas a 2ª fase;

¨ estudantes que não reuniram condições de candidatura à 1ª fase;

¨ candidatos que não ficaram colocados na 1ª fase;

¨ candidatos colocados em fases anteriores que não procederam à matrícula;

¨ candidatos que, tendo ficado colocados na 1ª fase e tendo feito a matrícula, pretendam candidatar-se na 2ª fase a cursos da sua preferência*.

 

(*) Se estes candidatos ficarem colocados na 2ª fase a colocação e a matrícula anteriores são automaticamente anuladas. O estabelecimento de ensino superior em que o aluno ficou colocado na 1ª fase remete ao novo estabelecimento de ensino toda a documentação e a propina de inscrição. O estudante deve proceder a uma nova matrícula no estabelecimento de ensino em que ficar colocado na 2ª fase.

 

- A 3ª fase do concurso nacional

 

À 3ª fase podem candidatar-se:

¨ estudantes que tendo reunido condições de candidatura anteriormente não se candidataram;

¨ candidatos que não ficaram colocados nas fases anteriores;

¨ candidatos colocados em fases anteriores que não procederam à matrícula;

¨ candidatos que, tendo ficado colocados em fases anteriores e tendo feito a matrícula, pretendam candidatar-se na 3ª fase a cursos da sua preferência*.

 

(*) Se estes candidatos ficarem colocados na 3ª fase a colocação e a matrícula anteriores são automaticamente anuladas. O estabelecimento de ensino superior em que o aluno fez a matrícula anteriormente remete ao novo estabelecimento de ensino toda a documentação e a propina de inscrição. O estudante deve proceder a uma nova matrícula no estabelecimento de ensino em que ficar colocado na 3ª fase.

 

 

ATENÇÃO: Sempre que o resultado da reapreciação da classificação de um exame nacional só seja afixado após o fim do prazo de candidatura, é facultada, até 3 dias úteis após a respectiva divulgação:

 

a) a alteração da candidatura, aos candidatos que já a hajam apresentado (já satisfaziam as condições legais para a candidatura)

b) a apresentação da candidatura, aos estudantes que só então reúnam condições para o fazer.

 

No âmbito do ensino superior particular os prazos são mais flexíveis, variando de acordo com a existência de vagas.

 

 

No site da DGES poderá, entre outras acções:                       

 

consultar "Perguntas Frequentes"

  

fazer uma simulação da candidatura

 

- consultar as colocações no ensino superior público em anos anteriores